A palavra ansiedade descreve inúmeros problemas incluindo as fobias, ataques de pânico, transtorno de estresse pós-traumático (lembranças repetitivas de traumas terríveis com altos níveis de sofrimento), transtorno obsessivo-compulsivo e transtorno de ansiedade generalizada (sintomas de ansiedade experimentados a maior parte do tempo).

Todas as alterações físicas, comportamentais e do pensamento que uma pessoa vivencia quando ansioso fazem parte de respostas adaptativas da espécie humana quando em perigo. Contudo, o perigo e ameaça são percepções e interpretações da realidade. Algumas pessoas, a partir de suas histórias de vida, podem perceber-se ameaçadas muito facilmente e, frequentemente, sentir-se-ão ansiosas intensamente. Outras pessoas, em situação semelhante, podem perceber-se mais protegidas e seguras e sentir ansiedade com menos frequência e intensidade. Portanto, a percepção da ameaça varia de pessoa para pessoa.

Pessoas ansiosas têm pensamentos voltados para o futuro e com frequência preveem catástrofes. Sendo assim, seus pensamentos costumam ter a seguinte estrutura: “e se…” e terminam com um resultado desastroso. Apresentando pensamentos como estes, os ansiosos apresentam alterações físicas, como: agitação, tensão, palma das mãos suadas, tonteira, dificuldades respiratórias, batimentos cardíacos acelerados e rubor facial. Como comportamento, o ansioso tem como marca registrada a evitação, o que, a longo prazo, intensifica a ansiedade.

A ansiedade quase sempre pode ser reduzida e maneja de maneira mais saudável. O objetivo central a terapia cognitivo-comportamental para a ansiedade seria tanto a diminuição da percepção do perigo quanto o aumento da confiança na capacidade de lidar com ameaças para que você se torne alinhado a viver a vida que deseja.

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