Em algum nível, todos já apresentamos algum nível de ansiedade social e a resposta para o porque disto pode começar a ser explicada por nossos ancestrais: uma forma de perpetuar a espécie foi a seleção de um comportamento submisso a situações de interação com estranhos ou membros da própria tribo considerados dominantes ou agressivos, de maneira a garantir aos outros que você não era uma ameaça. Portanto, carregamos um traço comportamental evolutivo de deferência (respeito, consideração) que foi desenvolvido em nossa evolução como forma a garantir, em um ambiente primitivo, não sermos atacados e, por consequência, aumentar a chance de sobrevivência.
As pessoas com transtorno de ansiedade social, contudo, extrapolam esse comportamento além de sua eficácia. Isto porque não consideram apenas a deferência um comportamento de segurança, pois acreditam que a retaliação será certa caso se exponham a determinada situação de exposição social. Para tanto, adotam outro comportamento de segurança chamado evitação, em que pouco se expõem a situações de interação social. (Fonte: Livre de Ansiedade, Robert L. Leahy)
Como superar esse transtorno que acomete muito sofrimento aos seu portadores?
A resposta em um próximo artigo!

Entendendo a fobia social

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